Amamentar grávida: saiba se há algum perigo

Amamentar grávida

A permissão para amamentar grávida dependerá da saúde da mulher

A gestação é uma fase que as mulheres ficam cheias de dúvidas. Uma delas é o fato de se amamentar grávida é maléfico para o bebê que cresce no útero, para o filho mais velho e para a saúde da mãe.

Porém, esse assunto não gera somente uma resposta. Os especialistas se divergem nas recomendações, mas, o considerado mais importante, é analisar a condição geral do organismo da gestante. 

Assim, é preciso conhecer os fatores que podem influenciar no bem-estar da mulher que amamenta enquanto está grávida.

Nutrição para amamentar grávida

A gravidez requer uma alimentação que contenha nutrientes específicos para auxiliar no bom desenvolvimento do bebê. Essas substâncias também são necessárias para a amamentação, que ainda exige uma grande energia da mãe. 

Por isso, uma preocupação que envolve a amamentação pelas grávidas é a condição nutricional delas. Contudo, a maioria dos especialistas recomenda que, para solucionar esse problema, basta manter uma alimentação saudável e descansar.

Além disso, orienta-se um consumo maior de calorias diárias. Enquanto uma grávida que não amamenta deve ingerir cerca de 2,3 mil calorias, a alimentação de quem amamenta exclusivamente deve ter 650 a mais. Já aquelas que possuem filhos que comem outros alimentos devem ingerir 500 calorias extras.

Amamentar grávida - liberação de ocitocina
A amamentação libera um hormônio que pode provocar contrações uterinas

O papel da ocitocina 

A ocitocina é um dos hormônios envolvidos na amamentação. Entretanto, ela atua nas contrações uterinas. Por isso, há a preocupação da presença dessa substância durante a gravidez.

Alguns médicos, porém, afirmam que a ocitocina só é capaz de estimular as contrações a partir da 38ª semana de gravidez. Então, não haveria problemas para amamentar antes de chegar nessa fase da gestação.

Contudo, para as mulheres em gravidez de risco, que já tiveram casos de aborto e de parto prematuro, os especialistas não recomendam amamentar grávida, a fim de evitar qualquer possível problema.

A amamentação não evita gravidez?

Um dos mitos que rondam o mundo da maternidade é aquele que diz que, ao amamentar, a mulher não fica fértil. Isso porque outro hormônio produzido pela amamentação, a prolactina, evita a ovulação.

Isso pode acontecer, principalmente nos dois primeiros meses após o parto, mas, depois disso, usar a amamentação como método contraceptivo não é seguro.

A amamentação após o nascimento do caçula

É possível amamentar o filho mais velho e o recém-nascido ao mesmo tempo. Essa prática é chamada de “amamentação Tandem”. Não há malefícios nisso, pois o organismo da mulher irá produzir os nutrientes que o recém-nascido precisa. 

Entretanto, é importante lembrar que a prioridade será o novo bebê, que se alimentará somente pelo leite, enquanto a criança mais velha já terá outros hábitos alimentares.

Por fim, lembre-se de checar com o seu médico se as suas condições de saúde te permitem a amamentar grávida. 

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