Bolsa rota: entenda o que é e as causas

Bolsa rota

A bolsa rota é uma situação que deve ser analisada com urgência pelo médico

A chamada “bolsa rota” nada mais é do que a ruptura das membranas que envolvem o bebê e o líquido amniótico durante a gestação. Em condições normais, quando elas se rompem, o trabalho de parto tende a começar nas próximas horas ou em alguns dias.

Contudo, existem situações em que a bolsa rota acontece antes do final da gravidez, ou seja, das 39 semanas ou mais. Assim, há o risco de que o bebê nasça prematuro e tenha alguns outros problemas de saúde.

Como identificar

A bolsa rota é identificada pela grande quantidade de líquido que escorre pelo canal vaginal e, consequentemente, pelas pernas da mulher. No entanto, a ruptura também pode ser parcial. Com isso, os fluídos saem aos poucos e se torna mais difícil de notar o problema.

Por isso, é essencial avisar ao médico qualquer nova mudança que aconteça no organismo durante a gestação, como a maior umidade vaginal que pode ser indício da ruptura da bolsa.

O especialista, por meio de exames como o de toque a ultrassonografia, irá avaliar se realmente ocorreu o rompimento e as melhores condutas a serem tomadas.

Além disso, um sinal que as grávidas costumam perceber nesses casos é o abaixamento repentino da barriga.

Bolsa rota - atendimento médico imediato
Quando a bolsa s rompe, a grávida deve procurar o atendimento médico imediato

O que pode causar a bolsa rota

Não há condições de saúde que, definitivamente, irão acarretar na bolsa rota. Entretanto, algumas tornam o problema mais comum. Entre elas estão as infecções vaginais e as contrações de um trabalho de parto prematuro.

Ademais, quando o colo do útero é considerado “curto”, sendo menor do que a média, existem mais chance de que a bolsa se rompa prematuramente. 

O que fazer

Logo que perceber que a bolsa se rompeu (mesmo que não tenha certeza disso), futura mãe deve procurar ajuda médica. O profissional irá avaliar as medidas que serão tomadas a depender da idade gestacional. 

Geralmente, quando a gravidez já passou da 34ª semana, espera-se que o trabalho de parto comece em até 24 horas ou ele é induzido, seja para nascimento via vaginal ou cesárea

Porém, quando a mulher ainda não chegou ao terceiro trimestre, é preciso checar se há sinais de infecção na vagina, que pode subir para o útero. Dessa forma, há o risco de infectar o bebê e causar sequelas nele ou até mesmo a morte. Também é preciso verificar se existem sinais de sofrimento fetal. 

Com isso, o médico irá analisar se é possível manter a paciente de repouso e esperar que a gestação avance. Outra possibilidade é ver se é menos arriscado realizar um parto prematuro. 

Portanto, a qualquer sinal de que algo não está bem, procure o seu médico para que as decisões sejam tomadas de forma rápida e segura. Caso tenha restado alguma dúvida sobre esse assunto, deixe aqui nos comentários. 

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