Introdução alimentar: veja as dificuldades mais comuns

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A introdução alimentar é uma fase cheia de desafios, mas é possível superá-los

A introdução alimentar é uma etapa especial na vida do bebê e dos pais. Após seis meses de apenas leite, é o momento do pequeno descobrir novos alimentos, com seus sabores e texturas característicos.

No entanto, assim como as outras fases de desenvolvimento, a introdução alimentar também é cheia de desafios. A preocupação das mamães em fornecer a melhor experiência e todos os nutrientes ao bebê também contribui para a ansiedade que está presente nesse momento.

Por isso, para deixar a introdução alimentar mais tranquila, separamos as dificuldades mais comuns enfrentadas e como resolvê-las. Confira:

O bebê irá cuspir a comida

É normal os bebês cuspirem a comida logo no início da introdução alimentar. Isso é acontece pelo reflexo de levar a língua para fora da boca, comum nos primeiros meses de vida. Porém, com o passar do tempo, a criança aprenderá a engolir e, logo, não irá mais cuspir o alimento.

Medo de engasgos e o reflexo de GAG na introdução alimentar

O reflexo de GAG parece um engasgo, mas não é. Pelo contrário, trata-se de uma reação normal do bebê para evitar engasgos.

Assim, as mamães podem perceber esse reflexo logo no começo da introdução alimentar e acharem que seus bebês estão engasgando. Contudo, veja algumas características do reflexo de GAG para não confundir:

  • O bebê abrirá a boca e empurrará a língua para frente;
  • O rosto pode ficar vermelho, a feição é de frustração ou desconforto em vez de medo ou terror;
  • O bebê pode tossir;
  • Durar até 15 segundos.

Ao ver os sintomas que diferem desses, procure ajuda imediatamente.

Sem papinha líquida na introdução alimentar

A papinha de bebê deve ter a consistência pastosa, quase como um purê. Entretanto, por conta da reação normal de cuspir o alimento, os pais acreditam que o bebê rejeitou a refeição por não conseguir mastigar. Assim, tendem a deixar a papinha cada vez mais líquida.

Essa mudança está errada pois é preciso estimular a mastigação dos pequenos desde o início da introdução alimentar. Vale lembrar que, mesmo antes do nascimento dos dentes, a gengiva aos seis meses de idade já é capaz de moer alguns ingredientes.

Não se preocupe, o bebê irá comer o suficiente

É importante sempre ressaltar que os estômagos dos bebês são pequenos. Além disso, eles também possuem a reação de comer apenas até ficarem saciados. Por isso, nada de desespero ao achar que seu bebê come pouco.

Outro fator importante é saber que a introdução alimentar é o período mais de descobertas do que da própria alimentação. É o momento do bebê aprender um mundo de novos alimentos e, com isso, aumentar seu paladar. No entanto, a maioria dos nutrientes ainda continuará tendo o leite materno como fonte.

Nada de distrações durante a introdução alimentar

Como já dito, a introdução alimentar é um momento de descobertas. Dessa maneira, é preciso evitar distrações no momento em que o bebê aprende sobre todos os alimentos contidos no prato.

Assim, nada de desenhos e brinquedos. O foco deve ser todo da refeição.

É preciso evitar distrações durante a introdução alimentar

Também nada de chantagens

Pelo medo do bebê não comer e, consequentemente, se nutrir o suficiente, os pais costumam fazer “chantagens”. É aquela típica troca de uma colherada a mais pelo desenho ou brinquedo favorito. Não faça isso!

A refeição, principalmente durante a introdução alimentar, deve ser um momento leve e divertido. Caso o contrário, a criança levará por toda a vida a ideia de que comer é algo estressante.

Seu bebê é único, não o compare

Por fim, a dica é não comparar o desenvolvimento e conquistas do seu bebê com a de outros, inclusive durante a introdução alimentar.

Cada bebê tem um organismo e receberá determinado alimento de forma diferente. Contudo, no caso de qualquer dúvida, procure o seu pediatra e nutricionista.

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