Conheça os mitos da alimentação na gravidez

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A alimentação na gravidez é rodeada de mitos e alguns podem ser perigosos

A alimentação na gravidez deve ser saudável o suficiente para manter a boa saúde da gestante e auxiliar no desenvolvimento do feto. Por conta disso, surgem diversos mitos a respeito do assunto, todos com intenções de melhorar o bem-estar da mulher e do bebê.

Contudo, alguns são inúteis e, outros, até mesmo perigosos. Por isso, é importante estar atenta ao o que é verdade ou não. Então, separamos uma lista dos mitos mais comuns que as mamães escutam e o porquê não se deve seguí-los.

Comer por dois

É bem normal dizer que a grávida deve “comer por dois”. A verdade é que a grávida tem, sim, que ingerir mais calorias por dia, cerca de 300 a mais do que uma mulher não grávida (que deve consumir 2 mil). Isso porque a gestante precisa de mais energia para fornecer ao bebê.

Porém, não deve haver exageros na alimentação na gravidez. Assim como em todas as situações, muita comida pode causar o sobrepeso. Essa condição é uma das causadoras de várias doenças, como diabetes gestacional, infecção urinária e hemorragia no pós-parto.

Para a criança, o excesso de peso da mãe gera mais riscos de malformações congênitas e maior chance de obesidade no futuro. 

Alimentação na gravidez com chocolate
Chocolate causa cólicas no bebê?

Comer chocolate e feijão provocará cólicas no bebê

Durante a gravidez, os alimentos que a mãe consome não irão provocar cólicas no bebê após o nascimento.

Entretanto, na amamentação, alguns ingredientes que geram gases, como o feijão, também podem causar na criança e piorar as cólicas. Contudo, nem sempre isso acontece. Alguns bebês podem não ter cólicas ou ter por outros motivos. 

Muita canja de galinha na alimentação na gravidez

Canja de galinha é um alimento saudável, mas deve ser consumido com moderação por ser muito calórico. Assim, não é preciso que a grávida coma canja de galinha todos os dias.

Um dos motivos para que esse mito exista é a ideia de que essa refeição ajudará na produção de leite. Porém, após o parto, quanto mais a mulher amamentar o bebê, mais leite ela terá. Isso sem ser necessário a influência de um só tipo de alimento, exceto a água, que é fundamental nessa fase.

Vale lembrar ainda que ter uma alimentação saudável e equilibrada é o mais importante. Ao consumir diversos alimentos, a mulher irá usufruir de vários nutrientes e dos benefícios de cada um. 

Restringir carboidratos

Como dito acima, o primordial é ingerir alimentos variados. Assim, a restrição de carboidratos (muito comum em algumas dietas) não é recomendada para a alimentação na gravidez. 

Os carboidratos são importantes para fornecer energia à gestante e reduzir o cansaço. Todavia, é importante optar pelos “carboidratos complexos”, que são absorvidos de forma mais lenta pelo organismo.

Eles estão nos vegetais verdes, nos grãos, nos cereais, na batata, na batata-doce, no milho, na abóbora, nas ervilhas e nas lentilhas, além das versões integrais de certos alimentos, como o arroz e o macarrão. 

Consulte um especialista

O mais importante a saber sobre alimentação na gravidez é não fazer dietas restritivas, como as eliminam um grupo alimentar.

A orientação é solucionar todas as dúvidas com o médico ou nutricionista. Eles saberão o que recomendar para a condição de saúde de cada gestante.

Por fim, nos diga qual a sua opinião sobre o nosso conteúdo. Também compartilhe essa matéria com as amigas que serão futuras mamães.

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