Entenda quando trocar a papinha de bebê por alimentos sólidos

Little boys eat something sitting on parents' arms
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A papinha de bebê é essencial para a introdução alimentar, mas logo os pequenos devem experimentar alimentos sólidos

Na introdução alimentar, a papinha de bebê é a primeira refeição a ser oferecida aos pequenos. As recomendações principais desta etapa ressaltam que a combinação de diversos alimentos é essencial para levar ao organismo todos os nutrientes que a criança precisa. Porém, como saber quando ele já não deve mais consumir papinha e, sim, alimentos mais sólidos?

Primeiramente, papinha de bebê não significa sopa, ou seja, não precisa ser totalmente líquida. O ideal é que ela fique com consistência pastosa, como um purê. Por isso, não bata as frutas e legumes no liquidificador. Apenas amassar com garfo os alimentos cozidos é suficiente.

Assim, as papinhas estão na primeira fase da introdução alimentar, ao 6 meses de idade, quando o bebê ainda está aprendendo a digerir novos alimentos que não são o leite materno ou fórmula.

Papinha de bebê diferente aos 8 meses

Aos 8 meses, o bebê pode consumir papinhas com mais ingredientes. Contudo, elas já não precisam mais ser tão pastosas quanto eram aos 6 meses. Alguns pedacinhos picados já podem permanecer inteiros no prato.

Sem papinha de bebê depois do 1º aniversário

Ao completar 1 ano, o bebê já não precisa mais se alimentar com papinhas. Nesta nova fase ele pode comer a mesma refeição que o restante da família. Entretanto, é importante lembrar que os pedaços dos alimentos devem ser bem pequenos.

Dentição

O nascimento dos dentes é o fator essencial para as mudanças na refeições dos pequenos. A necessidade de uma papinha de bebê com consistência de purê só existe porque poucos ou nenhum dente ainda terá nascido aos 6 meses de vida.

Papinha de bebê - dentição é fundamental para alimentos sólidos

Essas são as datas previstas para o nascimento dos dentinhos:

Entre 5 e 9 meses de idade: nascem os incisivos centrais inferiores;

Entre 7 e 10 meses: incisivos centrais superiores;

Entre 9 e 12 meses: incisivos laterais inferiores e superiores;

Entre 18 e 24 meses: caninos superiores e inferiores;

Entre 12 e 18 meses: primeiros molares inferiores e superiores;

Entre 24 e 30 meses: segundos molares inferiores e superiores.

Todavia, cada bebê possui um desenvolvimento e essas datas podem variar. Ainda assim, sempre converse com seu pediatra e odontopediatra caso tenha alguma dúvida.

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