Como preparar o filho mais velho para a chegada do irmãozinho

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Insegurança pode ser o principal sentimento do filho mais velho com o novo bebê, mas é possível amenizar isso

A chegada de um novo bebê muda a vida de todos na família. Quando esse bebê já tem um irmãozinho, uma pessoa que também é muito impactada é o filho mais velho. Ciúmes, insegurança e sensação de abandono são alguns dos sentimentos que a criança tem.

Apesar dessas sensações serem comuns, é possível deixar a chegada do novo bebê mais tranquila para o filho mais velho. Confira quais são as dicas:

  • Deixe que o filho mais velho participe das etapas da gestação;
  • Explique como será quando o irmãozinho chegar;
  • Envolva a criança durante as visitas ao recém-nascido;
  • Evite mudanças bruscas na rotina do filho mais velho;
  • Envolva a criança com os cuidados do bebê;
  • Entenda quando o mau comportamento é causado apenas pelo ciúme;
  • Tenha empatia com os sentimentos do filho mais velho.

O filho mais velho deve participar dos principais momentos da gestação

Envolver o filho mais velho com os momentos importantes e felizes da gestação o fará se sentir parte daquela nova vida que a família terá.

Assim, o deixe acariciar e beijar a barriga, o incentive a conversar com o bebê e o leve às consultas médicas para que ele veja o irmãozinho pelo ultrassom.

Quando o bebê nascer, leve o filho mais velho para visitá-lo ainda na maternidade. De preferência, quando não houver outras visitas. Dessa forma, o momento será apenas para a família.

Explique como será quando o novo bebê chegar

É muito falado ao filho mais velho que o novo bebê será uma companhia para brincadeiras. Entretanto, é comum a decepção da criança ao se deparar com um bebê que apenas dorme.

Por isso, é importante explicar que o irmãozinho ainda precisará crescer e, depois, se tornar um amiguinho de brincadeiras. Além disso, inclua na conversa o fato de que a mamãe e o papai terão que dar atenção especial ao novo membro da família.

Envolva a criança nas visitas ao recém-nascido

Ao nascer, o foco das visitas dos familiares e amigos dos pais é todo do novo bebê. Com isso, o filho mais velho pode ser sentir esquecido.

Então, a alternativa é tentar envolver a criança durante os assuntos das visitas. Uma forma é elogiá-la e dizer o quanto ela é um bom irmão mais velho.

Já a dica para os visitantes é, junto com o presente para o bebê, levar outro para a criança.

Evite mudanças bruscas na rotina do filho mais velho

Mudanças que afetarão a vida do filho mais velho devem ser feitas antes do nascimento ou bem depois dele. O motivo é para que a criança não tenha uma situação nova para lidar e se estresse.

Entre esses casos estão o desfralde, o abandono da chupeta ou da mamadeira, a troca do berço pela cama e a ida ou troca de escola.

Envolva a criança com os cuidados do bebê

Ao se sentir útil ao cuidar do irmãozinho (cada cuidado de acordo com a idade da criança), a autoestima do filho mais velho irá melhorar.

Dessa forma, ele também perceberá o quanto é importante na família.

Entender o que motiva possíveis maus comportamentos

É comum as crianças começarem a ter maus comportamentos quando chega o irmãozinho. Em alguns casos, podem até mesmo tentarem machucar a o bebê.

Assim, as famílias costumam aplicar castigos. Contudo, nada de violência física! O ideal é conversar com a criança e mostrar qual atitude dela foi errada e o porquê.

Maus comportamentos são comuns em filhos mais velhos quando ganham um irmãozinho

Tenha empatia com os sentimentos do filho mais velho

O mau comportamento irrita os pais e deixa a nova rotina ainda mais complicada. Contudo, entenda que as atitudes do filho mais velho são geradas pela insegurança. Por isso, conversar é fundamental.

Mostre ao pequeno que ele continuará sendo amado e uma parte essencial da família.

Comportamento de regressão

O filho mais velho também pode ter a chamada “regressão”, ou seja, volta a ter atitudes de quando era mais novo, como fazer xixi na cama e usar a chupeta.

Para lidar com isso, entenda que trata-se de uma confusão afetiva da criança, pois ela já não saberá qual é a sua “posição” na família. Como na dica anterior, compreensão é fundamental.

Caso a situação seja extrema, procure ajuda profissional do pediatra ou de um psicólogo para checar se não há outras causas por trás.

O que achou dessas dicas? Deixe sua opinião e relato aqui. Também compartilhe com as amigas que esperam a chegada de um novo bebê.

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