Conheça as principais dificuldades na amamentação

Dificuldades na amamentação

Existem diversas maneiras de resolver as dificuldades na amamentação

A amamentação é de grande importância para a saúde física do bebê e também para o fortalecimento do vínculo entre mãe e filho. Contudo, não é uma tarefa fácil. Existem diversas dificuldades na amamentação que geram angústias nas mulheres e atrapalham os momentos de alimentar a criança.

Contudo, conhecer esses problemas é essencial para que a mãe entenda que não está só e que pode reverter a situação. Por isso, separamos os mais comuns e explicamos o porquê deles acontecerem. Confira abaixo:

Uma das principais dificuldades na amamentação: a pega incorreta 

A pega incorreta é o motivo para a maioria dos problemas que envolvem a amamentação. Ela acontece quando o bebê não abocanha corretamente o seio da mãe. A forma certa é a boquinha cobrir toda a aréola e não só o mamilo.

Assim, quando a pega não está adequada, a mulher sente dor, surgem feridas nos seios e o bebê não consegue ingerir leite o suficiente, deixando-o irritado e choroso.

Mastite

As feridas nos seios ocasionadas pela pega incorreta pode gerar a mastite. Trata-se da inflamação dos ductos de leite, causadas por bactérias que entram pela fissuras da pele. 

Além da dor, esse problema é acompanhado de vermelhidão, inchaço, sensação de calor nos seios e até febre. O bebê também não consegue mamar da forma e quantidade ideal. 

Entretanto, uma forma de evitar e tratar a mastite é amamentando. Assim, o excesso de leite irá sair. Outras táticas é fazer compressas quentes nos seios, massageá-los com movimentos circulares, descansar entre as mamadas e ingerir muita água.

Dificuldades na amamentação - o mito do leite fraco
O choro do bebê é, geralmente, associado ao “leite fraco”

O mito do “leite fraco” 

O aleitamento materno é rodeado de mitos. Porém, o mais comum deles é o “leite fraco”. Essa fala está, geralmente, associada ao choro intenso do recém-nascido e quando acredita-se que é fome.

Todavia, o importante é entender que não existe leite fraco! O corpo da mãe produz o alimento ideal para o filho, com todos os nutrientes, anticorpos e substâncias que ele precisa até completar seis meses de idade.

As razões para o bebê não se sentir saciado podem estar nas duas dificuldades na amamentação mencionadas acima: a pega incorreta e a mastite, que prejudicam a sucção da criança.

Portanto, é preciso checar as causas que tornam insuficiente a alimentação do bebê pelo leite materno.

Ademais, o que afeta a produção de leite é a quantidade de vezes que o filho mama. Quanto mais amamentar, mais o líquido será produzido. A ingestão de água também fundamental para isso.

Contudo, há outro mito: o de que a ingestão de cerveja preta aumenta o leite. Isso é falso e o consumo de bebidas alcoólicas pelas mulheres que amamentam é proibido. Isso porque o álcool é repassado para o bebê e sobrecarrega o organismo do pequeno. 

Volta da mãe ao trabalho

A Organização Mundial da Saúde e entidades de pediatria recomendam que a amamentação seja a forma exclusiva de alimentar o bebê até que ele complete seis meses. 

Entretanto, a maioria das mães brasileiras precisam voltar ao trabalho quatro meses após o parto. Por isso, muitas param de amamentar antes do tempo orientado.

Entretanto, há maneiras de contornar esse problema. Uma delas é ordenhar o leite (manualmente ou por bombinhas) e estocá-lo. A pessoa que irá cuidar da criança, irá oferecer esse alimento enquanto a mãe está fora.

Além disso, existe a licença amamentação, uma lei que garante dois intervalos de 30 minutos cada para que a mãe amamente seu filho durante a jornada de trabalho. Porém, poucas mulheres conseguem fazer isso, muitas vezes pela distância entre a casa e  emprego, e a solução volta a ser estocar o leite.

Falta de apoio

A falta de apoio do parceiro e dos familiares é outra dificuldade da amamentação. Afinal, são essas outras pessoas que podem ajudar a mãe durante o aleitamento, seja organizando outros afazeres da casa enquanto ela se dedica ao filho, garantindo a hidratação da mãe e incentivando a amamentação. 

Porém, muitas vezes, ao sinal de um pequeno problema, as pessoas já pressionam a mulher para que ela pare de amamentar e introduza o leite em fórmula.

Por isso, é importante que, desde a gravidez, a gestante se informe e procure ajuda especializada: o médico obstetra, pediatra, nutricionista e os profissionais do banco de leite da cidade. Eles saberão como e quando ajudar.

Agora, compartilhe com a gente qual é ou foi a sua principal dificuldade para amamentar. Também diga se restou alguma dúvida sobre esse assunto. 

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